sábado, 4 de agosto de 2012

Entrevista com Léa Fagundes sobre inclusão digital

Resumo:
Léa, 58 anos de magistério, gaucha,coordenadora do laboratório de Estudos Cognitivos do Institutos de Piscologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dedica-se há mais de 20anos à informática educacional, recebeu a reportagem da Escola para entrevista sobre a inclusão digital.
Léa defende a disseminação de softwares livres, sem custo e de fácil acesso pela internet.
A professora Léa, nesta entrevista, fazer um pedido com seriedade à classe política:
"Os projetos são iniciados e interrompidos periodicamente, pois as sucessivas administrações não se preocupam em dar suporte e continuidade a eles".Que isso possa ser um assunto de pauta.
É fundamental para Léa, que a capacitação ofereça ao professor experiências de aprendizagem com as mesmas características das que ele terá de proporcionar aos alunos.
O computador, não é um simples recurso pedagógico, mas um equipamento que pode se travestir em muitos outros e ajudar a construir mundos simbólicos. O professor só vai descobrir isso quando se deixar conduzir pela curiosidade,pelo prazer de inventar e de explorar as novidades, como fazem as crianças.
Nesta entrevista, pergunto se os alunos da rede pública têm o mesmo desempenho no uso da informática que os de escolas particulares, Léa disse que em 1990 iniciou as experiência de conexão e confirmou uma das suas hipóteses:
as crianças pobres considerada de pouca inteligência pela escolas, quando se conectam e se comunicam no ciberespaço, apresentam as mesma possibilidade de desenvolvimento.
Essa pergunta foi feita-lhe, pelo fatos de Léa ter grande experiência por trabalhar com crianças carentes do estado.
     

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